CHARLES AZNAVOUR

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A lenda viva da “chanson française” em concerto único.

O crítico musical Stephen Holden (Rolling Stone, New York Times) descreveu-o como uma “divindade pop francesa”, mas houve quem simplificasse chamando-lhe apenas o “Frank Sinatra Francês”.

Charles Aznavour, nascido em Paris a 22 de maio de 1924 de pais arménios, é uma verdadeira lenda viva da “chanson française”. Aos 92 anos mantém a frescura vocal que deslumbra públicos em todo o mundo e conquista a crítica dos mais variados setores. Afinal de contas, poucos são os franceses referenciados como influência por artistas tão díspares como Frank Sinatra ou Fred Astaire, Sting ou Elvis Costello, Bob Dylan ou Dr. Dré, o magnata do “hip hop” que “samplou” um tema de Aznavour de 1966 (“Parce Que Tu Crois”) para um dos maiores sucessos do seu álbum “2001”, o tema “What’s The Difference” que em 1999 revelou também duas futuras superestrelas do “rap” americano: Xzibit e Eminem.

Francês e Arménio (é embaixador geral da França para a Arménia e embaixador da Arménia na Suíça e delegado permanente da Arménia nas Nações Unidas), cantor, compositor, ator, ativista e diplomata, Charles Aznavour é conhecido pela sua voz tenor, limpa e cristalina nas notas mais altas e grave e profunda nas mais baixas. Escreveu mais de 800 canções, gravou mais de 1200 em 8 idiomas diferentes, e vendeu mais de 180 milhões de discos. O primeiro francês a chegar ao nº 1 do Top Inglês. É que as canções de Aznavour ultrapassaram desde sempre o universo francófono sendo várias as versões produzidas por artistas de outras línguas, de Bryan Ferry a Elton John, de Carole King a Paul Anka, de Frank Sinatra a Dean Martin, de Sting a Marc Almond, do alemão Herbert Gronemeyer à italiana Laura Pausini. Mas a canção que acabou por garantir a longevidade de carreira de Charles Aznavour foi mesmo “Tous Les Visages Du Monde” de 1974, cuja versão em inglês – “She” - chegou ao 1º lugar do top da Grã-Bretanha três vezes mais depressa do que a gravada por Elvis Costello para a banda-sonora do filme “Notting Hill”.


Em 1998 este protegido de Edith Piaff foi nomeado “Entertainer Of The Century” pelos consumidores de marcas globais de media como a CNN e a Time Online, somando 18% das preferências mundiais e superando Bob Dylan e Elvis Presley. Cantou para Presidentes, Papas e Reis, mas nunca esqueceu os mais desprotegidos tendo fundado a ONG “Aznavour For Arménia” em resposta ao terramoto na Arménia em 1988. O seu ativismo estendeu-se também à política francesa, tendo publicamente apoiado Jacques Chirac contra Jean-Marie Le Pen. Em França e no Parlamento Europeu participou em várias iniciativas em defesa dos direitos dos artistas e da lei do copyright. Já em abril deste ano, juntamente com o ator George Clooney, o presidente da Arménia e o Papa dos católicos ortodoxos arménios, participou numa cerimónia no Memorial do Genocídio Arménio.

É esta lenda vida da canção francesa que atua no MEO Arena no dia sábado 10 de dezembro (sábado), num espetáculo em que não faltarão certamente rendições de “She”, “La Bohème”, “Ave Maria” e muitas outras que fizeram da “chanson” um dos fenómenos estilísticos mais respeitados pelos amantes de música em todo o mundo.

 

Pontos de Venda: Pontos de Venda: 18 20 (24H); Lojas FNAC; Lojas WORTEN; El Corte Inglés; ABEP; Turismo de Lisboa (Aeroporto e Praça do Comércio); ACP; Lojas PAGAQUI; The Phone House

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-1€

sessões

10 Dezembro 21h30
Duração do espectáculo 90 minutos
Idade mínima 6 anos
Início de venda dos bilhetes 02-07-2016 10:00
Fim de venda dos bilhetes 10-12-2016 23:00
Promotor GOLDEN CONCERTS, LIMITADA

Site oficial

http://www.charlesaznavour.com/

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